Sétimo e oitavo dia.


Sétimo  dia. 16 de outubro de 2021.
Como de costume acordamos as 5h da matina e as 6h30 já estamos no estrada.  Logo cedo passamos por um caminhão que tombou e pegou fogo as margens da BR 364 em Ji Parana.  As margens da rodovia não são como em Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. Pouco  cultivo, algumas pequenas fazendas, gado e vegetação de floresta e arbustos. Passamos por Cacoal, Ouro preto do Oeste, Jaru e Ariquemes em Rondônia.  Alcançamos nosso destino às 17 horas. o calor eh forte,  sensação térmica de 39 graus. Até o Cusco desanimou.  Amanhã partimos cedito novamente de Porto Velho  com destino ao Acre.

Oitavo dia. 17 de outubro de 2021.
Partimos em direção ao Acre.  Passamos primeiro no mercado central e no porto de passeios de barco no Rio Madeira. Mercado de peixes, tambaqui, tucunaré e pintado. Conhecemos tb o bacalhau feito da carne do  pirarucu. Seguimos e passamos pela  ponte sobre o rio abunã, recentemente inaugurada (junho ou julho



















), e  chegamos as 14 horas, horário local,  ( duas horas menos que aí no sul), na

divisa de Rondônia com o Acre.   Calor de matar por aqui. Estrada em condições regulares,  muitos buracos na via. Pegamos nossa primeira chuva forte. Cem km de chuva  Vamos passar a noite aqui em Acrelândia AC, e  cedo retornamos para Porto Velho. Segunda iniciamos nossa saga em direção a Humaitá e Ser. Realidade no estado do Amazonas.  Ansiosos pela BR 319. Kkkk.

Uma curiosidade sobre o E

atado Acre. Segundo consta essas terras pertenciam a Bolívia e foram dadas ao Brasil em troca do Brasil deixar passar uma estrada de ferro ate o oceano Atlântico, para que a Bolívia pudesse escoar sua produção . 

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